fechando as malas

Pois é, chegou o fim! No momento em que estamos escrevendo este post já estamos de malas prontas esperando o dia passar pra embarcar pro Brasil a noite. E ontem tudo o que nos sobrou e que não iriamos conseguir levar, desde panelas até estabilizador, demos para o Luiz, um grande amigo que fez o seminário de fotografia com a gente. Obrigado por ficar com nossas coisas e cuidar do nosso cactus Luiz!

E durante a madrugada, a segunda mala a ser fechada deu um pouco de trabalho, como se pode ver aí na foto a Malu está delicadamente sentada em cima e forçando o ziper!

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o hotel virreyes – parte II

E aqui a outra parte das fotos que andamos fazendo pelas madrugadas do nosso hotel mal assombrado.

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comida chatarra

Ao mesmo tempo que a comida mexicana em 2010 foi declarada patrimônio imateral da humanidade pela UNESCO, aqui também se come muita “porcaria”, como se vê nessa foto. O lugar é rei das batatas fritas (de todas as formas), dos salgadinhos tipo “cheetos”, que aqui tem muitos modelos industrializados mas também caseiros, e que são sempre servidos como tira-gosto de bar.

O México é o país mais gordo do mundo, com 69,5% da população com peso acima da média (sim, já passaram os EUA). E a diabetes é a pimeira causa de morte aqui. O estilo de vida acelerado junto com a situação econômica, geográfica e cultural faz com que a dieta do mexicano seja embasada geralmente em milho e alimentos ricos em gordura e colesterol.

Esse é um “pirulito” de açucar puro. Além de tanta gordura, também adoram um açúcar!
A publicidade também ajuda manter esse hábito alimentar, México é o primeiro lugar em consumo de refrigerantes. Exemplos: uma Coca-Cola de 600ml aqui custa mais ou menos 1 real (8 pesos) e o McDonald’s mexicano é o mais barato do mundo, um Big Mac + batata + Coca gusta $35 pesos, R$4.90. Mas não é McDonald’s o que eles mais comem, essas comidas “rápidas” são encontradas em qualquer esquina, em barracas que vendem 3 cachorros-quentes por apenas dez pesos, ou seja, R$1,40.

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Cesar, o fotógrafo

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muralismo

O muralismo é um movimento artístico muito forte que começou por volta do século XX, e devido ao contexto de pós-revolução o qual vivia o país os artistas se influenciaram muito pelas idéias marxistas, fazendo desta arte engajada socialmente e educativa, a qual mostrava a situação polítcia em que vivia o México.

Eles estão pintados geralmente em lugares públicos e com fins educativos, abordam temas como o capitalismo e socialismo, cultura popular, a revolução mexicana e a sociedade da época em geral. Ou seja, além de um movimento artístico, o muralismo mexicano é também um movimento social e político.

Os muralistas mais reconhecidos foram: Diego Rivera (marido de Frida Kahlo) , David Alfaro Siqueiros e José Clemente Orozco.

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receita


cerdo en salsa verde

E no melhor estilo Ana Maria Braga duas receitas de dois pratos típicos mexicano, quem tiver paciência pra assistir e fazer depois nos conta como ficou!


chicharrón en salsa verde

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café de idéias

Do ladinho do nosso hotel tem uma cafeteria que a gente adora. Ela deve ser mais ou menos dos anos 50 e tudo lá parece estar da mesma forma, as cadeiras, as xícaras, o balcão, as mesas, o café e até os clientes.

Apelidamos esse lugar de café das idéias, pois como já viram aqui em alguns posts anteriores estamos morando em um quarto de hotel, ou seja, as vezes ele fica pequeno demais. Então sempre que precisamos ter alguma idéia para algum projeto ou algo parecido vamos para o nosso café preferido, o “El Rincón de Asturias” (o bêco das astúrias).

Reparem na cafeteira que está no balcão, charmosíssima, e o café delicioso!

Direto ao ponto, quer comer ou tomar algo diferente vai pra outro lugar, porque El Rincón de Asturias só oferece isso que está aí no cardápio.

O nosso Café das Idéias!

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inevitável

que triste, já começamos a nos despedir das pessoas tão queridas que aqui conhecemos. acabamos de chegar de um jantar na casa de uma família muito querida, e na hora de ir embora, sabíamos que aqueles eram os últimos abraços.
mas não tem jeito, é assim, uns sentimentos vem e outros se vão, e como dizia  Alejandro Jodorowsky,”o que importa é ter a cabeça vazia e o coração cheio”

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hotel VIRREYES

Este é o nosso lendário Hotel Virreyes, famoso e luxuoso hotel dos anos 50 e que hoje…

Pois é, hoje em dia o Virreyes aluga quartos por mês e bem baratos. É que com o projeto de revitalização do centro histórico da Cidade do México, idealizado pelo homem mais rico do mundo, o mexicano Carlos Slim, o hotel assim como todo o centro histórico são propriedades do empresário e fazem parte de um programa o qual tirou todos os moradores de rua, camelôs e qualquer comérico ilegal desta região, aumentando o policiamento e fazendo do centro um lugar seguro, ou seja, valorizando todos os seus imóveis. Bom, o negócio é que aqui no Virreyes depois deste projeto, começaram a dar um super desconto a estudantes de artes e artistas, fazendo dele um lugar multicultural, com pessoas de todo o mundo e com eventos muito estranhos por se tratar de um hotel, como por exemplo baladas até amanhecer no próprio lobby. E em apenas 5 anos o centro histórico daqui, o qual imaginamos que era parecido com o de São Paulo, hoje é literalmente outro, um lugar seguro e lindo!

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pangéia também tá na moda

@pangeiadedois

 

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já deu até para dar saudade

Mais um registro do memorável dia em San Luis Potosí, com aquela brincadeira boba dos “toques”, ou choques. Essas fotos são da Cecília, nossa querida companheira chapaneca do seminário.

E aqui outra vez o vídeo desse dia:

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milagre ou bug do wordpress?

Ontem tivemos milagrosas 478 visitas no “pangeínha”.
Até então, o maior número de visitas que havíamos tido era 186, em setembro de 2010. Ontem tivemos quase o triplo do anterior recorde.

Não entendemos de onde vieram tantas pessoas num domingão, até pensamos que foi um erro do wordpress. Sendo verdade ou não, tivemos mais de 20.000 acessos ao blog desde que o criamos, e é muito legal pensar que toda nossa viagem foi documentada e acompanhada pelos amigos.

Nem esperávamos que o “p2” teria tantos acessos assim, começamos como um diário de bordo para nós mesmos. Mas conforme notamos que as pessoas gostavam de ver o que a gente andava fazendo por aqui, e também vimos que era fascinante esse negócio de criar posts, nos empolgamos, e não queríamos ficar um dia se quer sem criar conteúdo, mesmo que eles não existissem. Agora, voltando para o Brasil, não sabemos qual vai ser a frequencia e conteúdo dos posts, mas ele vai continuar sim, pois continuará sendo um diário de nossas vidas.

Un beso nos amigos leitores do pangéia!

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Já nos cansamos de não ter um lugar confortável para ler, de não ter um abajour, de não ter um mesa para cortar comida, de comer no chão, de coar café no funil, de lavar frutas e legumes na pia do banheiro, de pendurar roupa para secar ao lado do frigobar, de não ter lugar para plantas, de não ter uma varanda e um jardim, de não ter uma luz amarela, de não ter cabides suficientes, de não ter uma toalha felpuda, de não ter um travesseiro fofinho, de não ter lençóis limpos e cheirosos, de não cozinhar em um fogão de verdade, de não ter privacidade e ter que conversar com todo mundo antes de entrar pela porta do quarto, de não ter pratileiras, de não ter mais de 2 copos e 2 talheres, de não ter uma televisão e um dvd, de não ter um aparelho de som, de não poder dar mais que 4 passos, de não ter outro cômodo para variar, de não ter um sofá, de não ter um edredon macio e um aquecedor, de não ter quadros e fotos nas paredes, de não ter objetos antigos, de não ter uma agenda telefônica.

enfim, de não ter um lugar para chamar de casa.

tudo isso foi uma experiência muito interessante,
mas já é hora de voltar para um lugar aconchegante,

seja lá onde ele estiver.

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comércio quase informal

Digamos que aqui seja a terra da informalidade, e no comércio principalmente, aqui a 25 de março é uma rua tranquila pra se passear no domingo a tarde . Na foto acima um restaurante na beira de uma estrada e na placa da esquerda você pode reparar no preço do almoço completo (3 pratos + suco), 35 pesos, ou seja 4,90 reais!

Nesta aí a novidade mexicana em balões, eles estão por todos os lados, praças, shows, tudo. O problema é que quando o menino lança ele pra cima ele vem com uma delicada ponta em sua direção, o que pode te deixar cego. (rs)

Em uma ilha do caribe que visitamos, a mesma dos carrinhos de golfe, um modesto fliperama na praçinha do centro da cidade.

E aqui uma coisa muito normal pelas ruas mexicanas e que pra nós brasileiros já é bem habitual, os famosos camelôs, no final de seu expediente.

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não entrou

Como já dissemos aqui no pangéia, cada um de nós desenvolveu um ensaio para o seminário de fotografia do Centro de la Imagen. este post é dedicado ao “descarte”, o “lixo”, as “sobras”, aquelas imagens que não entraram na edição final do trabalho Vini, e para que não fiquem esquecidas na eternidade, estamos postando-as aqui. o texto que segue é a cédula explicativa que estará em uma exposição em setembro de 2011, aqui na Cidade do México:
“La Inminencia Azul

La transición del dia para la noche dura pocos minutos, pasa desapercibida por ser apenas un fenómeno diario.
Pero, si nos dejamos llevar por esta inestabilidad, tal vez sentiremos un chasquido, una indicación de que algo sucedió.
Los lugares y los objetos efímeros pueden ser absorbidos, transformados y dominados por un momento donde todo puede parecer diferente.”

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