porquinho

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Samuel e Renata

No último final de semana fomos ao casamento de Renata e Samuel, amigos lá de Uberlândia. Já no fim da festa fizemos um vídeo bem descontraído com o celular  e adoramos o resultado. Essa música (“bonita”, da banda ainda sem nome), foi tocada lá na hora para os noivos!

dica: clique aqui e assista o vídeo em HD tela inteira! Fica lindo!

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diário da ausência

fui para rondonia despedir-me pois meus pais estão se mudando de lá e provavelmente não voltarei. fui com a idéia de fazer um vídeo de despedida mas não consegui fazê-lo porque nao houve esse sentimento, mas ainda quero fazê-lo. cortei o cabelo, comprei um óculos grande e tartaruga, comprei um iphone. fui pra uberlandia pro casamento de um casal de amigos, filmei o casamento. vinicius fez um vídeo com iphone que ficou muito bom, estética de filme antigo, fico com vontade de largar a mark 2 e fotografar só com iphone, é mais espontâneo e as pessoas não se assustam com ele, porque ele nao se assemelha a uma bazuca. um dia depois foi aniversário do vinicius e ele estava com febre, então passamos o aniversário dele dentro do carro voltando pra são paulo. comprei uma cadeira e uma mesa porque sem eles eu nao estava conseguindo trabalhar bem, peguei emprestado um monitor do rafa, porque sem ele eu também nao estava conseguindo trabalhar bem. agora com tudo montado e pronto pra trabalhar, eis que me pega uma febre e eu continuo sem trabalhar bem! como estou enrolando para nao trabalhar (estou com medo de que isso seja um sintoma meu e não da febre), vou compartilhar umas fotos do iphone, que quem tem instagram ja viu metade, mas quem nao tem vê aqui:

 

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CineOp

Nós fomos para o Festival de cinema de Ouro Preto, daí a Livia Aquino, do Dobras Visuais, nos sugeriu fazer um vídeo sobre alguns assuntos que estavam sendo tratados por lá. esse aqui foi o resultado.

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que lugar é esse

é incrível, é lindo, absurdo, gigante, chocante, diferente, longe, incompreensível, desconhecido, bizarro, mineiro, maluco…

o pangeia foi pra lá e vai contar a história na semana que vem!

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– Você avança com a cabeça voltada para trás? – ou então: – O que você vê está sempre às suas costas? – ou melhor: – a sua viagem só se dá no passado?

Tudo isso para que Marco Polo pudesse explicar ou imaginar explicar ou ser imaginado explicando ou finalmente conseguir explicar a si mesmo que aquilo que ele procurava estava diante de si, e, mesmo que se tratasse do passado, era um passado que mudava à medida que ele prosseguia a sua viagem, porque o passado do viajante muda de acordo com itinerário realizado, não o passado recente ao qual cada dia que passa acrescenta um dia, mas um passado mais remoto. Ao chegar a uma nova cidade, o viajante reencontra um passado que não lembrava existir: a surpresa daquilo que você deixou de ser ou deixou de possuir revela-se nos lugares estranhos, não nos conhecidos.

(…)

– Você viaja para reviver o seu passado? Era, a esta altura, a pergunta do Khan, que também podia ser formulada da seguinte maneira: – Você viaja para reencontrar o seu futuro?

E a resposta de Marco:

– Os outros lugares são espelhos em negativo. O viajante reconhece o pouco que é seu, descobrindo o muito que não teve e o que não terá.

CALVINO, Italo. As cidades invisíveis.

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quer ter um passarinho?

olha aí, esse vídeo nós fizemos pra quem quer ter um passarinho em casa mas tem dó de ver os pobres bichinhos presos!
obs.: isso foi em ouro preto na casa da Belize, uma amiga que é designer de interiores e que tem uma gaiola de verdade com passarinhos de mentira e uma geladeira que é um armário.

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crítica de cinema

No dia 17 de Junho o vídeo Contigo quero dividir minha solidão foi exibido lá na 6a. CineOP, a Mostra de Cinema de Ouro Preto. Nós fomos. E foi uma delícia estar lá naquela cidade que mais parece um cenário, e melhor ainda pois estava recheada de cinema e de pessoas que fazem/amam cinema. Tinha uma telona armada na praça principal da cidade, a praça Tiradentes. E todo o evento foi muito bem organizado, tudo funcionando lindamente. Encontramos vários amigos e comemos muito feijão tropeiro, tutu, frango com quiabo, bambá de couve, queijo com doces de compota e doce de leite, etc, etc, etc. Enfim, delícia!

Ian Abé/Mais denso que sangue, Cíntia Nakashima/Bushido, Malu Teodoro/Contigo quero dividir minha solidão, Edgar Paiva/2004. Cine Teatro 17/06/2011 Ouro Preto/MG. Foto: Pedro Silveira/CINEOP

E depois da apresentação encontramos umas críticas sobre o filme:

por Cid Nader, em cinequanon.art.br

Contigo Quero Dividir Minha Solidão, de Malu Teodoro. Documentário, 2011 – 13 min, SP.
Curtas-documentários podem representar os mais belos espaços para que a invenção e tentativas mais ousadas sejam tentadas. Malu Teodoro arriscou, com imagens-postais que tomou durante uma viagem de estudo ao México, e concluiu algo bastante raro. Já se poderia começar falando da beleza de algumas imagens filmadas por ela (que variaram desde tomadas absolutamente impactantes no sentido físico geográfico dos “alvos” almejados – como muito belos, também -, a outras de caráter singelo, ou a mais algumas de abstração: muito particulares): são momentos que preenchem a parte essencial do filme, e que, nota-se, surgiram de mãos hábeis para as tomadas.

Com edição hiper-bem elaborada –inclusive com adição de uma tênue linha branca para representar o quadro de fotos ou postais -, a inserção de outros elementos gráficos, pequenas animações, ou a variação na intensidade dos elos, das partes, conseguiram caracterizar algo de matiz pessoal, num apanhado que poderia (como foi, ao virar um filme, indo a festivais, ao mundo) ser só dela, e que foi transformado em grande exemplo de possibilidades narrativas. Não bastando ser bem resolvido nesses quesitos técnicos, que sempre destaco como essenciais às obras de cinema, o texto da diretora é de riqueza rara – e não singular -, indo de observações fugazes (a menina que pensa limões, no pomar, como se fossem maçãs verdes), a momentos pessoais, de jorro de particularidades (que falam de saudades, ou outros), com extensa e densa carga literária. Bem bom.

por João Toledo, em Filmes Polvo

Contigo Quero Dividir Minha Solidão, de Malu Teodoro.
Composto de cartões portais em movimento endereçados a diversos amigos da realizadora, o filme traça, com o suporte de um olhar poético, as pequenas narrativas de uma viagem. Alguns compartilham momentos e imagens, outros compartilham memórias saudosas, e alguns ainda compartilham de um olhar para o futuro. As experiências se traduzem de forma muito livre, nunca pautadas por uma forma pré-determinada. Há momentos bonitos, ainda que muitas vezes marcados por uma poeticidade que se impõe sobre tudo. Há também uma certa ingenuidade, mas que escapa de se tornar um peso negativo pois se ampara na evidente sinceridade que funda o registro. Enfim, um fluxo de pequenas narrativas que propõe um caminho afetivo bonito mas que, diante da ausência dos destinatários, perde um pouco de sua força. Se não dispomos dos códigos que caracterizam cada relação, nos relacionamos com as imagens a partir de nossos próprios códigos, e isso nem sempre é o suficiente para dar vida às imagens que o correio nos trouxe por engano.

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fuçando no hd

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queridos leitores,

elogio é bom e todo mundo gosta, não é?
pois o pangéia quase chora toda vez que recebe um elogio carinhoso : )

nesse final de semana ficamos sabendo de várias coisas que o pangéia tem feito por aí.
ele frequentemente sai do nosso domínio, mas a gente queria saber tudinho que falam dele, quem é cada pessoa que o visita.

ontem a mari, assistente nova da cia de foto, e estudante de fotografia do senac, nos contou que sua professora Patricia Yamamoto deu uma aula em que navegou bastante pelo blog com alunos, mostrando ele como referência! muito bom saber disso!

deborah, da cia também, contou um caso que conversando com um amigo (que não é fotógrafo) descobriu que ele já conhecia o pangéia! e ela é uma fã assumida e divulgadora do blog! adoramos!

o alejandro, nosso tutor no centro de la imagen no méxico também era um incentivador. ele pensava o p2 como uma nova forma de educação. e disse que algo mais tinha que ser feito com ele. (estamos pensando nisso, um livro, possivelmente)

o igor amin sempre mostra o pangéia aos alunos de cinema nas oficinas que dá por aí. principalmente os vídeos. e na última oficina nós estivemos presente para falar pessoalmente da experiência.

e hoje recebi um email fofo da gabi assim:
“ei, malu, ainda lembra de mim? da aula de foto da regina, que depois de um tempo perguntou o que vc achava do curso de multimeios.
acompanho seu blog desde ano passado acho, e os últimos posts me fizeram ter vontade de te escrever também :)
estou agora indo pro quarto semestre de multimeios e é engraçado pensar que você, a primeira pessoa por quem ouvi falar no curso, é a que tem o trabalho mais bonito de todas que já vi lá. talvez tenha sido propaganda enganosa, hahaha. mas gosto muito do curso, apesar de tudo.
enfim, só resolvi escrever (já pensava nisso ha algum tempo) pra dizer que de alguma forma, as coisas que leio e o pouco que te conheço influenciaram já em várias pequenas-coisas da minha vida. achei os vídeos do “contigo quero dividir minha solidão” muito lindos e, por algum motivo, depois de ler seu blog, morro de vontade de ir ao méxico. hahaha.
acho que é isso.
beijos. gabi”

é muito bom saber dessas coisas! agora o pangéia tá meio parado, meio em crise. as coisas mudaram.. mas vamos continuar postando, num ritmo mais lento.

enfim, obrigad@ a todos os leitores do pangeinha!!

beijos,
malu e vini.

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para Rafael

Essa história começou assim: fui pro Rio, fui pro show do Paul McCartney. Até aí, ótimo. Eu tenho um caderninho que sempre anda comigo, há mais de ano. Faltam 3 folhinhas pra ele terminar. Ele conta toda a história do México, da volta do México, anotações ordinárias, até alguns segredos leves. Exatamente por levá-lo sempre comigo, o levei ao show do Paul. Resultado, no meio da empolgação ele sumiu. Terminou o show e fiquei mais um tempo no estádio olhando pro chão, tentando achar nem que fosse uma só página, NADA. Perguntei pras três seguranças que estavam lá parados, conversando, e eles, em coro, me responderam: “HAHAHAHAHAHAHAHAHAH!” Voltei pra casa meio feliz pelo show, meio triste pela perda.

Uns dois dias depois recebo esse e-mail:

Meio misterioso. Ainda tava no Rio e nem respondi o e-mail. Voltei pra SP.
Daí no outro dia acordei e ainda na cama fui checar os email pelo celular (nunca faço isso), e encontro esse abençoado e-mail:

Não tenho como explicar como foi emocionante recebr esse e-mail. Eu tinha certeza que alguém encontraria o meu estimado caderninho e entraria em contato comigo! Parecia ingenuidade, todos me diziam que ele já estava morto e despedaçado no meio do lixo do engenhão. Depois de receber essa mensagem, eu comecei a acreditar que todo mundo é bom, que as pessoas são honestas e que tudo é amor (pelo menos por um dia eu acreditei totalmente nisso, sem duvidar).

O outro lado disso tudo é saber que alguém estava lendo tudo o que passou na minha cabeça no último ano. Fiquei com vergonha, mas foi fácil aceitar porque sabia que teria meu caderninho de volta (e eu também adoraria ler um caderno encontrado).

Hoje, uns 20 dias depois do fatídico show, o recebi, e pra minha surpresa, com um recadinho do meu amigo “unilateral” (como ele mesmo se chamou) Rafael Michelato.

Obrigada, Rafael, você salvou minhas memórias!
Agora preciso pagar a recompensa, né?

Sorrisão, com direito a olhos esmagados e gengiva aparecendo!! rs

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Re: Investigação

On Jun 9, 2011, at 12:47 PM, Julia Redondo Murcia wrote:

Cara Malu Teodoro,
Meu nome é Júlia Redondo, e o motivo deste e-mail é o seguinte: estou realizando uma investigação na Universidade de Castilla La Mancha (Espanha) tutelada pelo curador Horácio Fernández o qual sugeriu para me pôr em contacto com vocês com o intuito de conhecer melhor as vossas inquietudes artísticas.
A investigação que estou desenvolvendo foca-se nas mudanças acontecidas na fotografia por causa do uso dos suportes digitais e da Internet, e sobretudo, nas inovações desenvolvidas pelos fotógrafos que experimentam com tais ferramentas.
Seu trabalho é verdadeiramente significativo no que a isto respeita, além de o ser em muitas outras áreas, pelo que dedico um capítulo desta investigação ao estudo mais próximo da sua trajetória e as suas obras e projetos. Eu gostaria, se assim for possível, me respondera duas breves questões que me servissem de ajuda para definir melhor as suas inquietudes e interesses.
A procurar informação sobre a sua obra na Net encontramos grande diversidade de portais Web (Vimeo, Flicr, Blogs…) nos quais podemos ver as suas obras, O quê é que lhe interessa mais de publicar a sua obra na Internet?
Acha-se favorecida profissionalmente por esta forma de publicação?
Agradeço antecipadamente a vossa ajuda e colaboração. Muito obrigado pela atenção. Com os meus melhores cumprimentos, Júlia Redondo.

On Jun 14, 2011, at 13:02 PM, Malu Teodoro wrote:

Olá Julia,

Fiquei muito surpresa com o seu e-mail, fico muito feliz que meu trabalho seja assunto de sua pesquisa em universidade!
Aproveito também para dizer que tenho todo o interesse em lhe ajudar em sua pesquisa, pois esse assunto também me interessa muito, como você ja deve ter percebido!

O quê é que lhe interessa mais de publicar a sua obra na Internet?

Tudo começou em 2007, quando conheci Igor Amin pelo blog ciberexpressando, foi uma relação de amizade que começou através de um blog, e vimos nessa ferramenta uma forma de compartilhar e cooperar. Começamos a compartilhar conteúdo no Ciberexpressando, e além disso, começamos uma rede onde dividimos referências, projetos pessoais e coletivos, e também uma amizade.

As transformações tecnológicas que estamos vivendo alteram diretamente a sociedade e nossa forma de pensar e se relacionar. A internet modificou as relações socias e também relações da arte. Hoje ninguém mais depende de museus e galerias para exibir seu trabalhos. A publicação na internet permite uma troca muito dinâmica e rápida. Um vídeo hoje publicado no youtube pode receber milhares de visualizações em um único dia, ao contrário do que acontece em uma galeria, onde o número é infinitas vezes menor (por exemplo o vídeo da banda mais bonita da cidade). Contabilizando rapidamente os acessos que tive em redes sociais como Flickr e blogs, vejo que já tive mais de 40.000 acessos. Também graças a uma ampla rede de divulgação que inclui Twitter, Facebook e blogs de amigos que fazem referência às minhas páginas. É tudo muito rápido e dinâmico!

Agora sendo mais específica, quanto ao trabalho Contigo Quero Dividir Minha Solidão, não consigo enxergar outra forma de divulgá-lo senão pela internet. A própria concepção do trabalho já inclui a rede. Eu precisava de uma ferramenta que permitisse a visulização rápida e à distancia de quem o recebia, então o melhor caminho para isso era realmente a internet. Os postais foram feitos pensando em como seria adaptada a cultura dos cartões postais na internet, pois os postais da era moderna não eram tão dinâmicos e efêmeros quanto é a comunicação contemporânea. Quando uma pessoa recebia um cartão postal, sempre havia uma forma de guardá-lo, seja colocando em um caixa, ou em um porta-retrato. Na era da internet, como seria essa recepção? Essa era a principal pergunta que eu fazia ao realizar esse projeto. A resposta que eu tive, é que a maneira de recepção também mudou. Tive respostas diferentes para os postais, algumas pessoas me responderam um email explicando como se sentiram ao recebê-lo, outras me escreveram outro postal, outras publicaram o vídeo em seus blogs, e minha mãe, de outra geração, que me escreveu um bilhete e me enviou pelo correio analogicamente (a forma analógica, que se supõe que é mais eterna que um escrito digital, se perdeu, enquanto os digitais estão todos a salvo aqui)

Acha-se favorecida profissionalmente por esta forma de publicação?

Sim, não vejo outra forma de publicação melhor para meu trabalho. Ele pode até ser adaptado para um exibição em galerias ou projeção, mas muito do seu conceito é perdido nessa adaptação. A publicação na internet permite tanto a recepção pessoal, de cada familiar ou amigo que recebeu o postal, mas principalmente permite sua visualização por terceiros, como artistas, curadores e público em geral, que podem ver o meu trabalho no mesmo portal, com a facilidade e rapidez de um clique. É um espaço mais justo e democrático que qualquer outro espaço institucional de arte. A resposta de tudo isso também é muito interessante, pois eu recebo comentários sobre o meu trabalho em minha caixa de email, e assim estabeleço um diálogo muito mais pessoal e proveitoso com interessados no meu trabalho. É uma troca gostosa! Uma vez recebi um postal de uma pessoa desconhecida, que me escreveu só para dizer que não me conhecia, mas que havia se sensibilizado pelo meu trabalho. Na minha opinião essas atitudes demonstram que esse forma de publicação é a melhor que se pode ter hoje.

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rio de janeiro

o rio de janeiro é lindo. toda vez que vou, gosto mais. na semana passada fui ao rio com duas amigas que nao via desde 2004, estudaram comigo durante muito tempo em porto velho. rever é engraçado. sempre temos uma idéia da pessoa que nao mais condiz com o que ela é hoje, essa ideia é apenas parcial. e o grande lance disso é esquecer daquela pessoa que era sua a amiga e conhece-la outra vez. deu certo, foi muito divertido.

Renata é amiga de escola, foi morar no Recife em 2003, em 2004 fui visita-la e desde  entao nao nos encontravamos. : )

Camila sempre foi vizinha e a gente convivia como primas proximas, nossos pais tambem sao muito amigos. essas sao as lembrancas boas da infancia/adolescencia em rondonia.

e fomos tambem no show de paul  mccartney, que foi uma delícia!!

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Pangeia analógica

Dois, um mais um, dualidade, duplicidade, biformidade, polaridade, xipofagia, geminação, congeminação, par, um dois, paridade, díade, binômio, casal, duidade, duo, dueto, dialogo, yin e yang, junta, gemini, gêmeos, ajoujo, um par de galhetas, ambigüidade, figura e fundo, massa e mona, parelha, a corda e o caldeirao, o balaio e a tampa, todos os dois, dual, dualistico, binário, duplex, duplice, um só par, biparo, bigenito, dobro, clone, mais outra vez, outro tanto, bis, denovo.

Agradecido, o mais justo dos sentimentos morais, divida de gratidao, gratulacao, Francisco Ferreira dos santos Azevedo.

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menção honrosa

Hoje, dia 27 de Maio, acontece o encerramento do FOCO: Foro Creación Oaxaca, no México. Durante toda essa semana o festival exibiu curtas e fotografias mexicanas e internacional, tendo como país convidado a Argentina, e estado convidado, Tijuana. O festival teve a curadoria para o tema “Construção/Desconstrução”, e para tema livre.

E o projeto “Contigo quiero compartir mi soledad” teve menção honrosa na categoria tema livre. “Por el uso personal del medio y la experimentación de sus posibilidades poéticas“.

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